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Prestações em atraso

agente de execução

Ter prestações em atraso tem graves implicações para o cliente bancário e a sua família.

 

Consequenciais de ter prestações em atraso

  • O cliente bancário fica sujeito ao pagamento de juros de mora, comissões e outros encargos.
  • A situação é comunicada ao banco de Portugal, à central de responsabilidades de crédito (CRC), ficando o cliente impedido de pedir novos créditos. (consultar: mapa de responsabilidades de crédito)
  • A instituição de crédito pode iniciar uma ação judicial, que poderá terminar com a penhora dos seus rendimentos e bens.

Limites que a instituição pode cobrar ao cliente em virtude do incumprimento.

  • Juros moratórios (sobretaxa anual máxima de 3%, que acresce à taxa de juros remuneratório)
  • Comissão por prestação não paga, que não pode exceder 4% do valor da prestação, com um valor mínimo de 12 euros e maximo de 150 euros.
  • Despesas incorridas perante terceiros, por conta do cliente mediante prova documental.

 

Tenho prestações em atraso passos a tomar:

  • Analisar o numero de prestações em atraso
  • Analisar as causas do incumprimento e duração do mesmo
  • Analisar o orçamento familiar, IRS, mapa de responsabilidades de credito
  • Renegociar directamente com o credor ou pedir a ajuda de profissionais de endividamento para encontrar a melhor solução.

 

Soluções em casos de prestações em atraso:

Renegociação de dividas – Quando o incumprimento é pontual e reversível, no curto ou médio prazo, as iniciativas de renegociação, deverão iniciar-se através dos instrumentos extra judiciais.

Será possível:

  • Aumentar prazos;
  • Reduzir taxas de juro;
  • Consolidar créditos
  • Refinanciar os seus créditos num contrato distinto (por exemplo, transformar um cartão de crédito num crédito pessoal);
  • Atribuir períodos de carência ou valor residual.

Recuperação financeira – A reestruturação da divida é indicada quando as pessoas singulares estão com dificuldades em cumprir com as suas obrigações mas ainda é possível a sua recuperação. Pode-se apresentar um plano de pagamentos junto de um tribunal para futura apreciação dos credores e homologação por um juiz. Este plano pode ser um PER ou um plano de pagamentos judicial.

Insolvência pessoal – Se está numa situação de incapacidade generalizada e atual de cumprir com as suas obrigações vencidas, nesse caso a solução adequada pode ser a apresentação à insolvência com exoneração do passivo restante.